quinta-feira, 12 de abril de 2018

Estados Brasileiros!!

Fiz uma pesquisa agora pensando o que eu iria achar quando pesquisasse o que se estaria falando nas primeiras publicações no Google. Levando em consideraçãqo que eu quero ver coisas boas; notícias boas dquele estado; situações boas. Mais precisamente, se algum deles estaria falando de cultura, nesses primeiros cinco "links".

A maioria fala do tempo e trânnsito.

Eis:
"O que acontece agora em/no/na..." estados brasileiros,

Olhando as cinco primeiras notícias que vem no google, quando se pesquisa esssa frase:

Rondônia: Samba
Minas Gerais: incubadora de empresa
Brasília: debater orçamento
Ceará: meio ambiente
Pernambuco: teatro
Sergipe: Samba
Santa Catarina: bodyboarding
Mato Grosso: boxe

Temos:
Pesquisa feita aqui:
Colocando a frase no: https://www.google.com.br :
"o que acontece em/no/na .... e preenchendo com cada nome de nossos estados brasileiros.
E aqui:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_estados_brasileiros_por_n%C3%BAmero_de_munic%C3%ADpios

domingo, 25 de março de 2018

Família!!


E acabei de ter uma conversa com minha mãe.

Ela ainda dizendo que o médico disse que ela não pode ir primeiro que o geraldo.

Eu disse pra ela parar de pensar nisso.

Que a vida sabe a hora de a gente ir.

Mas acho que ela ta martelando isso na cabecinha dela.

Por outro lado, ela estpa tentando entender os problemas da família.

O porque do sobrinho Francisco não qur Geraldo na roça, na Casa.

Tentei explicar a ela que as pessoas querem os seus.
A sobrinha, a Marlene, não vai se indispor com marido.

O geraldo, quem quer, é ela. Eu, que posso receber, mas que ele ficaria sozinho durante o dia.
Outras pessoas, é bem díficil.

Aí, lembra da conversa rápida que tive com a Sandra, minhã irmã, em dizer, será que ela quer que ele vá pra outra casa? Ou, que isso f´ra bem pros dois?

Agora tenho muitas dúvidas. Não sei mesmo.

Mas hoje eu senti dela que ela queria estar bem com a família, que não tivesse havido problemas.

Um dia de cada vez!!

Arrancando!! Kika, San!!


Só queria dizer pra vocês que hoje quebrei uma barreira de domingo.
Só pra pensar que esse é um detalhe aqueles: um grão de arroz no infinito!! kkk. POis, é, tudo as vezes parece bobo pra uns, parece normal pra outros.

Mas quando a gnte lida com a gnte mesmo, a gente sabe o que pega. O que nos para. E tem tanta coisa que pode nos paralizar.

Claro, muitas vezes a gente tá forte, cheia de segurança, e faz isso e aquilo o outro.

Mas, por vezes, a gnte não tá assim.
E nesses nossos momentos, nossas fraquezas, a gente titubeia.
A gente dribla a vida, a acha outras formas.

Nem sei se a palabvra é medo, insegurança, ou qualquer outra, mas a gente é bem capaz de ir driblando tudo de alguma forma.

To aqui com vocês divagando nessa ideia porque hoje eu fui dirigindo até Itapecerica da Serra.
E me fiz tantas perguntas pra ir; e me perguntei tanto porque fui; e como voltei; e como foi a ida e volta.

Só pra dizer que fiquei feliz comigo por isso, porque eu fui e voltei, mesmo com medo da BR.
Foi um pouquinho vencido o dia de hoje em sair da cama cansada (talvez, nem tanto), e ir; ir pra algo. Algo que me deixa com medo, inerte, ams fui.
Hoje tô feliz comigo.

Estou aqui falando isso pra vocês apenas como irmãs, contando dos meus medos, de um medo bem pequeno; relatando um momnento bem pequeninho do nosso dia a dia.

Aí, queria dizer que amo tanto vocês; que quero tanto o bem de vocês!!

E dizer que tá tudo bem com tudo isso, com todas essas nossas emoções que nos pega durante o nosso dia; tarde; noite, uma vida.

Uma boa semana, Meninas!!

sábado, 24 de março de 2018

Mutabilidade



Assistindo Soberania - Como Recuperar Teu Duplo ("Doble Tu") - Entrevista com Johnny Guzmán p/ Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=5D8qdnIhOgs&feature=youtu.be
Participação do meu(nosso) grande amigo, Binho!!

Me veio a cabeça a palavra Mutável!

Brigo comigo e não brigo comigo quando penso que mudo de ideia, de desejo, de opinião quase que a todo momento.
Eu tenho uma certeza absoluta agora, e daqui a alguns instantes não a tenho mais.

Por outro lado a teimosia entra em conflito com isso, porque sou teimosa. E teimo, dizendo que aquilo eu tenho certeza que é isso ou aquilo. Ou, talvez, não. Hoje em dia tenho menos isso.
Mas tenho.

Na verdade eu acredito muito em mim. Naquilo que penso, e muitas vezes descarto o outro.

Mas pensando mais geral, com um tanto de exemplos, sou dada a ser mutável a cada momento.
O que é melhor?
O que quer agora?
Se eu posso decidir algo para alguém, o que decidir?
O que saber o que é melhor para o outro?

Talvez tudo isso porque temos muita, enorme poder de livre arbítrio, e isso nos assusta.

O que implica, então, sua decisão? Quer seja ela pra você ou outrem?
As duas terão implicações, tanto pra você, que pode ser também pra quem está mais próximo á você, ou, no outro, aquele, reverberar pra muito mais gente.
E quem decide, quem diz que vai ser bom?

Daí, talvez a pensar que as consequências virão, seja qual for sua decisão nesse instante.

E tudo isso me faz pensar no tempo. Que tempo é esse segundo, milésimo, que você decide, que pensa, e que muda, ou não muda, em dizer, fazer, agir, com algo?

Porque o tempo não volta. Ele só vai. E há como controlar o tempo?

Esse tempo é a medida entre o que fazer e não fazer, daí feito, vai ter todas as sinapses, ligações com a sua volta.

Talvez pudéssemos desenhar a ramificação de um decisão e fazê-la com o tempo.

Podemos pegar exemplos variados, como:
Você decidiu que hoje a noite vai a festa/baile/bar X:
Quem vai? Vai com alguém? Chamou alguém?
Cada uma dessas respostas vai estar associada a uma pessoa, conhecida ou não, e esse encontro, esse momento pode expandir um gama de emaranhado num tempo, num momento, numa decisão, de, por exemplo, ir até balcão e pedir algo pra beber, e naquele instante conhecer alguém? Que vai ser seu amigo, seu desafeto, esposa... uma infinidade de ligações podem ocorrer.

Daí a pensar na mutabilidade, no tempo, que corre.

E chego a pensar, sem muita convicção, que podem ocorrer proporcionalmente.

Por outro lado, depois dessa firmeza na fala, vem o paradoxo de si mesmo.

Porque você poderia dizer, eu também posso dizer: que se dane (sem dizer que o que se dane signifique que você nem está aí pra isso ou aquilo. Simplesmente, que se dane).
E decide, e vai.
Nem faz reflexões de que essa decisão, esse momento pode acarretar algo a alguém.
Porque a sua decisão está pautada no que você quer.
E a partir do momento que você decidiu, não dá pra se preocupar com o que seria, com o que poderia ter sido, se tomasse outro rumo.

O Paradoxo pode ser a culpa.

A culpa pode nos fazer repensar no momento exato da decisão que será ruim aquilo, ou, que será muito bom, e você nem quer deixar aquilo ser tão bom.

A culpa da decisão tomada vai martelar na sua cabeça como uma bomba. Como um ácido no seu estômago.
Essa sua mutabilidade, essa tão formosa forma de lidar, em que pensa, decide, e já pensa ao contrário, é seu "calcanhar de Aquiles".
Porque talvez a sua insegurança faça você não ter naquele tempo, naquele instante a sua certeza.
E essa sua incerteza de que será bom ou não será bom, pode te deixar culpado, e te faz mudar de ideia a cada momento, ser um mutável.

Só sei que nada sei!!
Dora Nascimento

Será que Guimarães Rosa quando falou algo assim estava filosofando em Platão, em Sócrates?
"Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa." Guimarães Rosa


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A partir de 1h59h49, do vídeo:
Mas também, quem disse que a gente tem que se apropriar? Ter?
Porque nem seria somente usar?
Sem ter a necessidade do ter.
Será que estamos induzidos ao TER? ter a Casa, que é, acredito, para o Brasil algo que nos norteia desde a barriga da mãe?
Porque o Sistema nos diz que temos que ter a casa própria; mas ela é para toda uma vida, a dívida é até seu desfalecimento.
Então, porque devemos ter?
Será que poderíamos usar pelo período que aqui estivéssemos?
E por esse período dispor um valor? E ser tão quão atendido na essência do que é bom viver, com dignidade?
A dívida surge do nada? Surge desse envolvimento que você colocado? Daí, faz dívida, trabalha, paga, trabalha, faz dívida...

Muito bom, Gislene Nogueira!!

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"Assim, esta dissertação tem como tema central os
incêndios entendidos como criminosos cometidos no Rio de Janeiro oitocentista."

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Idade


Idade

Quando que se pensa que se está envelhecendo?

Já se perguntou?
Tá sentindo que tá ficando velho?
Mas, que parâmetro é esse?

Com quarenta, cinquenta, sessenta, setenta, oitenta?
Essa idade pode estar relacionada com a sua vivência,
Com os filhos que você tem,.
Com a vida que você tem.

E partindo daí, se pode pensar: estou ficando velho, velha.
E acredito a coisa vai pegando mais quanto mais você pensa.

Veja, se você tem quarenta e se compara com alguém de oitenta,
Quem está ficando velho?
Supondo que as duas pessoas tiveram suas vivências, seja com relações de trabalho, com seus companheiros, amores, desamores, filhos ou não;
Estas duas idades podem estar muito, mas, com muito medo de ser velha, de estar ficando velha.
De pensarem que nem podem fazer mais as mesmas coisas.
De criar inúmeros subterfúgios pra sair pela tangente, e ir vivendo o que se acha, ser o melhor pra si e para os seus.
E pode até ser, ok?!

Mas quando iremos nos perguntar o "e se não"?

E se eu encarar?
Que posso ainda fazer o que quiser? Quando quiser, e como quiser?
Sem se preocupar com... seja lá o que for?
Com o que se preocupar?
Com a morte!
Com a doença!
Com a falta de recurso para os seus e pra si!

E tudo isso acima, são suposições, pois poderia ser colocado em outro viés.

Mas a ideia agora é pensar quando é que agimos e pesamos em estar velhos o bastante pra não agirmos ou nem fazermos.

Então, talvez seja para a idade que você esteja.
E talvez nem entendamos o que se passou com o outro, tendo dez, vinte ou trinta anos a mais que você.

E estas pessoas podem ser seus parentes, sua mãe, seu pai, vizinhança, colega de trabalho, qualquer pessoa.
Ela terá suas agruras. Comumente, só com ela mesma, possivelmente discutindo num almoço, no boteco, no palco, e por aí vai...


OBS.: pensando aqui com meus botões sobre um passeio que quero fazer com mãe e tio, de 80 e 76 anos, respectivamente, e todos os empecilhos possíveis me colocaram par não ficar fora de casa dois dias.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Sarau do Binho

Dá Licença? Posso?
Aí, vai!!
Queria mandar aqui procês umas coisinhas que vem sendo escritas desde 2010.
Momento que veio vindo um desabrochar, após ficar comungando com esse 'poeteiro'; esse povo lá das escritas, que a gente nem sabe direito como é, mas, vai copiando um cadiquinho alí outro acolá, e a coisa vai tomando forma.
É por causa desse povo, sim, que a gente vai se alimentando de palavras que diz no dia a dia.
E a prosa vai saindo; devagar, é bem verdade, mas sai.
E a gratidão?
Oia, é tanta, que nem cabe no meu pequeno coração.
Zoia aqui um pouquinho quando quiser!! (esse blog)


Obrigada aos meus primeiros passos, bem verdade que começou lá em 96, na época que Toninho se candidatou e a Sandrinha se casou.
Tava alí, na beira da esquina do Cemur, cheia de sacolas, eram presentes pra minha irmã, Sandra, que tinha se casado. E fui olhando aquela praça sem coreto.. e começou.
Passou um tempinho, tempão, sô!!! Mas foi indo.

Obrigada, Binho, Suzi, e todxs esses poetas que ouvi e li, que foram me fazendo forte cada dia um pouquinho mais e me fazendo sair de mim.

https://www.youtube.com/watch?v=KJSYm7upcX4
Escrevi isso quando o Busssando morreu, nem conhecia o cara, mas fiquei tão triste...

https://www.youtube.com/watch?v=HpmU69KgJgo
Emoção total, foi quando saiu o livro da gente, aiii, amei tanto!! Obrigadaaaa.

" PRIMEIRO" DO I°FESTIVAL DE POESIAS DO CAMPO LIMPO


Cabelo


Idos.

Nem sei qual era a idade, mas o desejo, lembro.
Era que quando tivesse mais velha fosse pintar cabelo de 'loira'.
E naqueles instantes do pesamento, o mais velha era mesmo mais velha.Era algo bem distante daquele momento.

Pensava que iria ter o cabelo curtinho e pintar de louro.
Pode?
Podia e pode!!

Bom, passado aí uns quase vinte anos, estou num preparo pra deixar verde e rosa. Umas cores que tenho experimentado desde a FELIZS  de 2015, e tenho gostado bastante de colorir. A começar pelo cabelo.



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Fio da Vida

O Fio da Vida
Em "Morte e Vida Severina", o fio da vida tece, e vai se afinando cada vez mais. Cada passada de perna; um soslaio;... e lá se foi mais um derradeiro suspiro.
Vai esvaindo devagar.

Em dias contemporâneos, pode ser quase assim também.


Então, muita Gratidão à Vida hoje. Gratidão  a família de sangue e a família que vem à nós com muito amor!!



....
 E ouvi essa música ao ver as fotos lá de Calhaus/RJ!!
Fagner, Cebola Cortada

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A vida por um fio... um rodapé!!

A vida por um fio...  um rodapé!!
15/01/18

Nem sei direito como to me sentindo. Pela manhã correu algumas lágrimas, o nó na garganta foi grande. Mas em seguida, tinha que resolver as coisas e não podia chorar.

E foi assim, antes durante e depois...
Preocupação em levar meu Tio pra fazer exame na Vila Carmosina, Ame, número 400. Exame que fora marcado na sexta-feira, dia 12 de janeiro. Mamãe entendeu sábado a noitinha que era longe, falou com Beto. Domingo falaram comigo. E toca achar alguém pra levar, um Uber, preferência amigo.
Silvana, amiga da Lídia foi conosco. Deixou-nos no número 400. Aqui, vale dizer, se talvez tivéssemos olhado o documento com mais atenção iríamos ver que o número do local era 177. Tava escrito lá embaixo, no rodapé.
Silvana já tinha ido estacionar o carro quando percebemos, quando atendente nos informou e este, disse que era perto, dava pra ir a pé. Começamos a conversar se dava pra Geraldo ir andando ou não, isso, já caminhando pra rua em direção ao local correto.
Estávamos andando devagar e ainda pensando se íamos chamar a Silva, quando por volta de 6h55 para um carro no meio fio rapidamente, sai um cara do carro com arma em punho, na minha direção e pedindo celular e o que mais tinha. Entreguei as duas bolsas que estavam comigo; e ele foi pra cima da minha mãe, ela se encolheu na parede, com cara totalmente assustada e dizendo, aqui só tem remédios, nesse momento eu disse entrega a bolsa, mãe, e o cara pediu de novo, e novamente ela disse que tinha remédio; eu pedi calma e disse que só tinha remédio. Meu Tio estava próximo a ela e assustado, querendo começar um choro. Ele entrou no carro me olhando, e eu chamando minha mãe e tio pra entrarmos de novo no AME da Rua Santa Marcelina. Muita gente gritando por ali, porque ele continuou o assalto. E nós? Geraldo chorando, mãe querendo chorar e preocupada com Geraldo, e eu preocupada com os Dois.
Estamos Vivos, isso que importa.
Detalhe é que nesse meio tempo avisei Silvana que o número era no 177, mas o eles já tinham levado nossas coisas e Silvana tentando falar comigo. Quando chegou até nós me mostrou que o assaltando tinha mandado uma msg pra ela do meu celular perguntando onde ela estava. Nesse momento, Silvana também fica super assustada pois acreditava que era eu que tinha enviado a msg. Fomos pro número correto e tentar agilizar o exame pra dar conta de ligar pra polícia, cancelar celular, cartão etc.
Ligamos pra casa, falei com meu irmão, avisei. Várias ligações, usando o celular da mamãe, que tinha ficado na bolsa dos remédios. Lá pelas 8?, acho, liguei pra casa e Amanda me disse que a Polícia tinha ligado pro Beto e ja tinham prendidos os assaltantes, eram dois, e que os pertences de todos estavam na delegacia. Era pra todos nós irmos pra lá.
Nesse momento eu estava na sala administrativa do Hospital Santa Marcelina e quis a começa chorar, mas engoli o choro.
E pelas 8h30 começaram a chegar todos na delegacia. Mamãe e Geraldo consegui liberar e foram pra casa.
Emoção a flor da pele de uma moça que chorava, outros falando, contando como fora que tinha sido, e cada um contando o seu momento.
Tudo começou na quarta, dia 10/01, quando roubaram o carro Celta do José, trocaram a placa... E nessa data os assaltos foram pelo ponto de ônibus, na calçada, na porta de um bar, foram nove pessoas no total.
Todos demos depoimento, tivemos que reconhecer os assaltantes através de um buraco uma porta, onde estavam presos.
Eu não conseguia lembrar o rosto dele, não conseguia lembrar que o carro era vermelho. Ficou na cabeça o revolver, a cor cinza.
A mãe de um deles estava lá, e eu e mais umas duas pessoas ficamos até comovidas com seu choro, mas ninguém quis chegar mais perto, falar. O Pai e o irmão também estavam lá, o irmão, de uns 13 anos, chorou, o pai, ao final, pegando pertences do filho, contaram, que quebrou todinho o celular dele. O outro, não sei dizer nada. Mas foi doloroso pensar naquela mãe ali chorando, mas também pensar nosso pavor no momento do assalto, uma mistura de sentimentos.
Saímos da delegacia umas dezesseis horas.
E o tempo vai passando e gente vê como tudo pode acontecer num dia, numa hora, num segundo, e tô aqui contando a história. Foi um dia muito longo, de muitos questionamentos e de muita Gratidão à Vida, a Deus!!